Missão: Cruzar a fronteira entre Tailândia e Camboja

Existem diferentes maneiras de entrar no Camboja. Estávamos em Bangkok e pretendíamos ir para Siem Reap, cidade onde se encontra o Ankor Wat. Como decidimos de um dia para o outro onde ir, escolhemos uma das opções mais baratas que foi por terra. Dentro desta opção tinham diferentes maneiras de cruzar a fronteira e preços, é claro. Pagamos 25 dólares, por um ônibus com ar-condicionado (os chamados VIPs da Tailândia e cabe aqui registrar que estes são os indicados para as viagens dentro da Tailândia), um táxi após cruzar a fronteira e a primeira noite em uma acomodação.

O ônibus é a parte mais fácil. A segunda parte pode ser feita com ônibus também, mas demora, cerca de 3 horas a mais. O táxi é recomendado por salvar tempo. E a primeira noite pré-paga foi por conveniência, já que chegaríamos no fim do dia em um novo país. Vale a pena, mas mudamos no dia seguinte para um lugar melhor e mais em conta.

A viagem é estressante, cansativa e cheia de pegadinhas. Por serem etapas diferentes, o tempo de espera para cada tarefa acaba colaborando para a dificuldade da viagem. E a parte das pegadinhas é inacreditável.

bandeira nacional do Camboja

Pegadinhas Bangkok-Camboja via POI PET

1. Ainda na Tailândia, depois de certo tempo de viagem, pára-se para almoçar. Um rapaz apresenta-se como o primeiro Cambojano que estaríamos vendo e nos informa que ali é uma parada para o almoço. Enquanto isso ele distribui papéis para dar entrada no pedido de visto como se isso fosse um padrão para entrar no país. Não preenchemos. O detalhe é que ele estava cobrando o dobro do preço real, fazendo o visto na fronteira e teríamos que dar o passaporte para um estranho. Ele ficou chateado conosco.

2. Até atravessar a migração muitas pessoas oferecem para fazer o mesmo serviço do nosso guia, não vale a pena.

3. Já no Camboja, com o carimbo nos passaportes, pegamos um ônibus só para chegar até o táxi. Lá somos orientadas a trocar o dinheiro. Não troque. A conversão é muito injusta e ainda não há necessidade. No Camboja se usa o dólar americano para tudo. Eles até preferem e é esta moeda que sai do caixa eletrônico.

4. No táxi: Depois de cerca de uma hora e meia de viagem o táxi pára em uma lanchonete-“lava-carro” e todos são convidados a descer porque o carro tem que ser lavado. Muito conveniente para a comerciante que trabalha no local e vende tudo muito caro. Isso dura de 20 a 30 minutos. Já em Siem Reap, o táxi pára em um local com vários tuk tuks (táxi local) e somos informados que a partir daquele ponto iríamos de Tuk tuk e por conta própria. A dica aqui é reclamar mesmo, nível rodar a baiana.

tuk tuk

Paga-se pouco por esta “aventura”, mas eu não faria de novo.

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6 thoughts on “Missão: Cruzar a fronteira entre Tailândia e Camboja

  1. Só posso dizer que sofri junto e muito! Havia visto alguns posts e descreveram coisas até piores. E todos recomendavam usar o avião !!! Mais caro, mas vale a pena pelo tempo que se ganha e sem estress!!!

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    1. Esse prato foi no restaurante/casa do casal de SP que largou tudo pra morar em frente a praia…Samburá de Moreré é o nome! Muito bom, atendimento de SP na BA, o preço é salgado, sai uns 40 por pessoa, mas vale a pena!

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